Para falar de turismo é preciso unir cultura e empregabilidade como braços desta forte indústria.
Como entusiasta do crescimento turístico de Campinas e região no período em que estive no governo como secretário de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo de Campinas, assumi que a diversidade cultural é uma herança rica, que deve ser preservada e o turismo é um dos meios para unir, valorizar cidadãos e mobilizá-los.
Como 8º município do Brasil em realizações de eventos internacionais é exigido de Campinas o Turismo Receptivo. A ampliação de Viracopos nos traz empresas aéreas de peso como a Azul e a portuguesa TAP. A rede hoteleira, por sua vez, cresce a olhos vistos para acomodar quem passa pela região. Nossos Roteiros Turísticos como a implantação dos roteiros de Natal, Cafeeiro, Sete Maravilhas, de Saúde, Sousas e Joaquim Egídio, Cultura Japonesa, por exemplo, aumentaram a disposição dos visitantes ao conhecimento da cultura campineira. Para isso, a implantação dos Postos de Informações Turísticas Elvino Silva Filho e Ramos de Azevedo foi essencial para que começasse a existir um turismo organizado. E com esse crescimento no turismo, na cultura, no comércio e negócios, o investimento de R$1,3 milhão no Fundo de Apoio ao Turismo (Fatur) foi essencial e de grande valia, o que propiciou a execução de projetos criados pelo Comtur (Conselho Municipal de Turismo) para suprir a demanda turística de Campinas.
E a quantidade de eventos na cidade vem crescendo como nunca. Até o ano passado o número de eventos chegava a 6 mil por ano, gerando de 30 a 40 mil empregos diretos e indiretos. E esse número tende a aumentar, sem sombra de dúvidas.
Como 8º município do Brasil em realizações de eventos internacionais é exigido de Campinas o Turismo Receptivo. A ampliação de Viracopos nos traz empresas aéreas de peso como a Azul e a portuguesa TAP. A rede hoteleira, por sua vez, cresce a olhos vistos para acomodar quem passa pela região. Nossos Roteiros Turísticos como a implantação dos roteiros de Natal, Cafeeiro, Sete Maravilhas, de Saúde, Sousas e Joaquim Egídio, Cultura Japonesa, por exemplo, aumentaram a disposição dos visitantes ao conhecimento da cultura campineira. Para isso, a implantação dos Postos de Informações Turísticas Elvino Silva Filho e Ramos de Azevedo foi essencial para que começasse a existir um turismo organizado. E com esse crescimento no turismo, na cultura, no comércio e negócios, o investimento de R$1,3 milhão no Fundo de Apoio ao Turismo (Fatur) foi essencial e de grande valia, o que propiciou a execução de projetos criados pelo Comtur (Conselho Municipal de Turismo) para suprir a demanda turística de Campinas.
E a quantidade de eventos na cidade vem crescendo como nunca. Até o ano passado o número de eventos chegava a 6 mil por ano, gerando de 30 a 40 mil empregos diretos e indiretos. E esse número tende a aumentar, sem sombra de dúvidas.
A iniciativa da parceria do poder público com a privada é a equação correta para que os investimentos tomem formas de maior proporção. Exemplos assim, como é o caso da aliança da Secretaria com a entidade formada a partir da iniciativa privada, o Convention & Visitors Bureau de Campinas eleva a atividade turística do município. É por essas e outras que acredito no Turismo Receptivo ‘sustentável’ como enfoque principal para o turismo de negócios, vocação natural de Campinas pela excelência do Turismo, Cultura e Empregabilidade.
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